segunda-feira, 15 de agosto de 2011

ELISA MAIA canta na abertura da Feira da Música de Fortaleza 2011



A Feira da Musica esse ano completa 10 anos. A festa de abertura será marcada pela presença das #FEmininas, projeto sugerido pela Rede Fora do Eixo e que discute o papel da mulher dentro da rede, politicamente, socialmente e sem esquecer o lado estético. A proposta é mostrar a força das mulheres na cena musical brasileira e propõe com isso uma maior integração entre elas além de estimular a circulação destas artistas. Com esta dinâmica de integração e dispostas a experimentar outros cenários, elas chegam para abrir a Feira da Musica. Estão representadas pelas paulistanas Andréia Dias e Lurdez da Luz e pela amazonense Elisa Maia.

Na mesma noite toca a banda Duo Finlândia, uma banda formada por um brasileiro e um argentino, um casamento entre universos sonoros que vão do tradicional ao moderno ambiente do eletrônico. O evento ocorrerá no Buoni Amicis, que fica na rua Dragão do Mar, 80 – Fortaleza CE. A casa abre ao público às 22h.

As #FEmininas :

Mulheres se unem e se apresentam na Festa de lançamento da Feira da Musica 2011

Andreia Dias (SP)

Cantora e compositora estreou sua carreira solo com o Vol. 1, de uma trilogia (2008). Muito bem recebida pela crítica e pelo público, tanto no Brasil quanto no exterior, ficou conhecida por sua versatilidade. Cantou e compôs com as bandas Dona Zica e a Banda Glória. Já dividiu o palco com Arnaldo Antunes, Zélia Duncan, Luiz Melodia, Jair Rodrigues, entre outros. Neste momento lança o seu trabalho solo, Vol. 2, produzido pelo multi-instrumentista Ricardo Prado. Andreia compõe compulsivamente, e neste álbum conceitual, crônico, trata de loucos amores, de críticas sociais e de comportamento. http://tatuducerto.tnb.art.br/

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Lurdez da Luz (SP)

Dez anos de participação na Mamelo Sound System e no projeto 3naMassa, surge com o seu primeiro projeto solo, acompanhando por misturas sonoras com toques de tambores, onde a mesma afirma: “esse é o meu produto, é interno e bruto.” Com temas profundos que versam sobre amor em suas diversas naturezas, reflete também sobre as escolhas e suas implicações. Em suas musicas, abre espaço para declarar como as mulheres gostariam que os homens se portassem em um relacionamento. Lurdez Luz traz um hip hop repleto de reflexões. myspace.com/lurdezdaluz

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Elisa Maia (AM)



Dos caminhos sinuosos dos rios, do encontro das águas, da noite quente de Manaus, é que se surge a sonoridadade e a palavra da cantora e compositora Elisa Maia, marcada pelos aspectos contrastantes de uma metrópole cravada no meio da Floresta Amazônica. Foi backing vocal da banda de reggae Johnny Jack Mesclado e hoje grava o seu primeiro CD solo resultando numa música onde o samba, o funk, o reggae, o dub e o rock, se misturam sem preconceitos, criando uma identidade única e inesperada. myspace.com/elisamaiacantora

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Duo Finlândia

Dois músicos. Dois países. Um argentino e um brasileiro. Música tradicional de ambos os países com ambientes contemporâneos. Formado por Mauricio Candussi (Argentina) e Raphael Evangelista (Brasil). No palco, instrumentos acústicos como piano, acordeão e o violoncelo mesclados a bases eletrônicas, focadas na música tradicional dos dois países em um show vibrante e profundo. Trata-se de um estudo de ritmos tradicionais conhecidos como Tango, Bossa Nova e Samba tocados ao vivo. Aprofundam-se em ritmos pouco difundidos fora de seus países como a Milonga, Frevo, Baião e Huaino. A musicalidade tradicional envolvida no ambiente eletrônico, fusão entre o folk e o moderno.

página : http://finlandiamusica.com/

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O que : Festa de lançamento da Feira da Música 2011 – Feira 10
Quando : 17 de agosto de 2011
Onde : Buoni Amicis
Endereço: Rua Dragão do Mar, 80 – Fortaleza CE
A que horas: Aberto ao público às 22h
Entrada: R$15

Para maiores informações:
secretaria@feiradamusica.com.br
fone: 85 3262 5011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

ELISA MAIA se apresenta dia 24/07 no Palacete Provincial, em Manaus/AM


Do final do ano passado, mais especificamente de outubro de 2010 até agora, julho de 2011, a cantora e compositora Elisa Maia contabilizou 30 apresentações, dentre pocket shows, participações especiais, shows com sua banda em bares, espaços culturais, eventos institucionais e comerciais, numa média de 03 shows por mês. Para muitas bandas e artistas que se apresentam na noite amazonense esse é um número facilmente alcançado, mas quando se leva em consideração que o trabalho autoral da cantora Elisa Maia tem sido o carro-chefe de sua carreira, esse número se torna muito relevante.
A cantora acumula a experiência de dois CDs gravados (“Que Jah abençoe” e “Luz de raiz”) com a banda de reggae Johnny Jack Mesclado, da qual fez parte durante 08 anos como backing vocal e compositora, e ainda possui registros de suas músicas em coletâneas - CD do projeto Segundas no Palco do ano de 2004, onde gravou a música “Vitrais”, numa parceria com outros compositores; em 2008, participou do CD que registrou os 10 finalistas do I Festival da Canção do CEFEST-AM, o Cefest, interpretando a música “Disfarces”, de sua autoria; e em maio deste ano, foi lançada a Coletânea Fora do Eixo Norte, intitulada “Tu não te garante”, onde Elisa Maia figura entre vários artistas da região norte, de variados estilos musicais, com a já conhecida “Me chama pra pista”, também de sua autoria. Tal atuação e posicionamento na cena artística da cidade – Elisa Maia é Secretária da Cooperativa de Música do Amazonas e uma das fundadoras do Fórum Permanente de Música do Amazonas - vêm rendendo à cantora reconhecimento e respeito do público e dos colegas de profissão.
Prestes a gravar seu 1º CD solo, a cantora já consegue executar 70% das músicas que farão parte do álbum nos shows, seja ele que formato for: acústico ou com banda. Cada ensaio acaba se tornando uma espécie de “laboratório” de produção musical, pois cada novo arranjo toma “cara” de pré-produção, onde são testadas as referências, influências e sonoridades que permeiam o vasto universo musical da cantora. E a cada novo show tais músicas passam pelo teste da dinâmica da música ao vivo, da química com os músicos, da empatia com o público e sua aprovação.
Voltando aos números, Elisa Maia, que também escreve seus próprios projetos, pretende detalhar todas as suas atividades no ano de 2011, incluindo a gravação de seu primeiro álbum, mostrando como e quanto sua atuação movimentou este ano a cadeia produtiva da cultura na cidade de Manaus. Tais dados gerarão uma série de indicadores, que a cantora faz questão de apresentá-los no que ela chamará de prestação de contas pública, com o objetivo de compartilhar informações e experiências com seus colegas músicos e contribuir para o desenvolvimento de novas tecnologias de gestão de carreiras, principalmente na área da música.
Vale lembrar que o projeto de gravação do primeiro CD da cantora Elisa Maia foi aprovado em dois editais: Microprojetos na Amazônia Legal (Funarte – Ministério da Cultura) e Proarte (Governo do Estado do Amazonas). E que a cantora está na fase final de captação de recursos, voltada para as empresas privadas, viabilizando assim a produção do CD.
Todas as músicas próprias já pré-produzidas – “Me chama pra pista”, “O que é melhor”, “Para musos”, “Chuva pra o amor nascer”, “Ser da cidade”, “Amor, pra mim...”, “Falta”, “É noite” - e mais um punhado de músicas de artistas que influenciam o atual momento da cantora Elisa Maia, poderão ser conferidas no seu próximo show que será apresentado no dia 24 de julho (domingo), às 18h00min no Palacete Provincial – que fica na Praça da Polícia -, numa realização da Secretaria de Estado da Cultura e produção do Coletivo Difusão, do qual a cantora faz parte. O show terá uma hora e meia de duração e o acesso é gratuito.
As músicas da cantora ainda não estão disponíveis para download, pois ainda estão em versões demo. Mas os fãs e os curiosos podem ouvi-las nos perfis da cantora no site Toque no Brasil (elisamaia.tnb.art.br), no My Space (myspace.com/elisamaiacantora), no Soundcloud (soundcloud.com/elisamaia) e assistir às suas performances nos shows, acessando o seu canal no You Tube (youtube.com/TheElisaMaia).

segunda-feira, 4 de julho de 2011

* Início
EU SÓ QUERIA SER MÚSICO

Por Anderson Foca

Eu só queria ser músico. Tocar rock por aí, ser uma estrela da música e viver como num clip do Van Halen nos anos 80. Em 95 ser como os Raimundos já me bastava, vida na estrada, rock todo dia e coisas do tipo. Tentava sem sucesso ter uma banda que tinha como equipamentos uma caixa onde ligávamos todos os instrumentos e uma bateria surrada. Não havia escritório de familiares que não ocupássemos nos fins de semana com nossa “equipe”.

Em 97 dei um salto qualitativo. Passei a estar numa banda em que cada integrante tinha o seu equipamento. Quase não acreditei quando nos primeiros ensaios consegui finalmente ouvir minha voz minimamente depois de dois longos anos “cantando”. Formávamos um grupo chamado Jam97. Nome horroroso por sinal, mas que nos orgulhava muito na época. A tentativa de seguir carreira era uma só para quem estava no Nordeste. Tínhamos que ir ao Abril Pro Rock, ficar na porta do backstage, esperar Paulo André – produtor do festival – sair, dar uma fita cassete para ele e pronto, todo um sonho se realizaria: tocaríamos no evento, uma gravadora nos contrataria e no ano seguinte voltaríamos lá de novo com um disco e uma tour.

Eu só queria ser músico. Só que logo percebi que meu sonho morreria se eu esperasse a sorte bater na minha porta. O engraçado é que o universo conspira durante nossas elocubrações e acabei encontrando muita gente que vivia realidades (e sonhos) parecidas com a minha. Eram zineiros, roqueiros, indies, jovens jornalistas numa fauna imensa de desacreditados, totalmente à parte do universo das gravadoras, mas que acreditavam na música como condutora de suas vidas. Começamos a trocar cartazes, zines, fitas e nos conhecemos presencialmente em alguns festivais como o SuperDemo, Abril Pro rock, Porão do Rock, RecBeat, MADA, entre outros.

Eu só queria ser músico, mas em Natal tocar rock era impossível. Na angústia dos ensaios sem show, já fora da faculdade e com a carreira voltada só para a música, comecei a perder a esperança de ser contratado. Mais que isso, comecei a ter nojo da ideia de ter que entregar minha criação para outras pessoas editarem, gravarem e afins. Queria ser dono do meu nariz e responsável direto pelo sucesso ou fracasso da minha empreitada. Não me restava nenhuma alternativa a não ser seguir o caminho alternativo, onde shows autorais eram raros e tours de bandas de fora da cidade eram mais raras ainda. Começamos do zero produzindo shows para o Jam97, nessa época já com um nome um pouco melhor, o Ravengar. Lembro de comemorar como um gol uma nota de cinco frases publicada na Tribuna do Norte sobre o primeiro show. Era garantia de sucesso porque sem internet e redes sociais, o único jeito de informar as pessoas sobre uma atividade artística era via TV ou jornal. Assim comecei a me tornar um produtor cultural.

Como eu, centenas de jovens no Brasil inteiro passaram a ter as mesmas ideias, produzir os próprios shows, criar os próprios cartazes, seguir o lema punk do eterno “do it yourself” e empreender em atividades inéditas dentro de suas cidades, muitas delas inclusive ridicularizadas pelo poder público. Em Brasília, capital dos playboys, em Goiânia, capital da música sertaneja ou em Natal, capital do forró e em várias cidades Brasil afora a chama do rock independente permaneceu acesa, e mesmo nas mais toscas produções e nos piores espaços que nos abriram portas permanecemos ativos, mantendo a tradição dos nossos antecessores do punk, do começo do rock 80 e de muitos outros que vieram antes de nós.


No final dos anos 90 já fazíamos coisas bem relevantes. Começamos a lançar nossos primeiros discos, e a minha geração foi a que popularizou o CD como mídia. Ficamos mais perto de registrar nossos trabalhos, já que lançar vinil por conta própria era algo fora da nossa realidade pelos custos de estúdio e prensagem. Começamos a nos digitalizar e a internet apareceu. Lembro de tentar gravar meu primeiro cd com o Ravengar, mas era tão caro que a banda acabou antes de terminarmos o disco completo (a dívida do estúdio só foi paga quase três anos depois com os mesmos caras que mixamos hoje, o Megafone). Continuei em bandas e continuei produzindo shows e bandas. Meus companheiros fora daqui começaram a ter vitórias parecidas, alguns foram absorvidos pelo mercado mainstream, outros foram protagonizando cenas em suas cidades como a Monstro em Goiânia, Tamborete no Rio de Janeiro e uma infinidade de labels em São Paulo, só para servir de exemplo.

Com a internet, a troca de informações entre a minha geração ficou mais dinâmica. Fomos capazes de utilizar isso ao nosso favor enquanto assistíamos “de camarote” a derrocada das grandes gravadoras como conhecemos, engolidas pelo período digital. Nossas atividades foram ganhando alguma visibilidade, já não éramos os patinhos feios da sociedade, muito de nós estavam começando nas redações de jornais e revistas, aos poucos fomos começando a produzir artistas que eram nossos contemporâneos e que tinham atingido o grande público e fomos aprendendo a atuar mais profissionalmente.

Eu só queria ser músico, mas já fazia mais de dez atividades ligadas à música que não tinham a ver com ensaiar, compor e se apresentar. Meus trinta minutos em cima do palco eram um prêmio pelo meu esforço de fazer o rock acontecer diariamente na minha vida, na minha cidade e no meu país. Sabia que o que eu fazia era parte de algo muito maior e que tinha alguém bem longe de mim que estava fazendo o mesmo. Pela internet trocamos tecnologia e encurtamos caminhos uns dos outros. Nossa geração sabia que precisávamos de força conjunta, meu grupo nunca iria para São Paulo se eu não fosse capaz de receber um grupo de São Paulo por aqui. Criamos intercâmbio mínimo, médio e máximo.


Não queríamos mais espaços ruins pros nossos shows e resolvemos abrir nossos próprios espaços, adequados à nossa realidade. Não queríamos mais estúdios que não entendiam nossa linguagem e compramos nossos próprios computadores. Não queríamos mais festivais com bandas que não nos agradavam e criamos nossos próprios festivais. Sou capaz de contar nos dedos das mãos quantos festivais de música independente existentes até hoje no Brasil que são geridos por caras que não são músicos ou não vieram de alguma banda. Perdemos editais e projetos por mais de dez anos para corporações culturais instaladas nas grandes cidades e aprendemos sozinhos a competir por melhorias para as nossas atividades. Ninguém nos ensinou, ninguém deu dica, não havia palestras. Atiramos no escuro até começar a acertar e replicamos as coordenadas para que mais de nós pudessem fazer o mesmo. Minha geração não ficou num bunker atirando pedra no inimigo oculto. Foi lá e cavou seu espaço com muito trabalho e dedicação que só o extremo amor pela música foi capaz de nos fazer aguentar. Isso pode soar piegas, mas é real.

Muitos de nós se organizaram em associações e movimentos culturais para ter força política e defender nossos direitos como classe culturalmente ativa. Vieram ABRAFIN, Fora do Eixo, Associação de Produtores, Fóruns de Músicos, Redes, Casas de shows, Cine Clubes, sites, entre outras centenas de atividades, todas no intuito de se manter viva a chama da música nas mais variadas esferas da sociedade. Nossas responsabilidades aumentaram mas nunca corremos com medo desses novos desafios. Nunca corremos com medo de nada.

Por isso que é fácil entender porque caras como eu produzem festivais, têm banda, estúdio, fazem seus próprios clips, sua própria assessoria de imprensa e ainda saem para dividir experiências Brasil afora com quer tentar fazer o mesmo. Estamos acostumados. É o que fizemos ontem, fazemos hoje e vamos continuar fazendo amanhã. E eu só queria ser músico.

Para essa geração que se forma agora no meio do caos mercadológico em que se configurou a música no Brasil é compreensível que ao invés de heróis da resistência (título que não queremos para nós) sejamos vistos por alguns como o “mercadão a ser combatido”. O contra-ponto, o “inimigo” a se combater parecem ser uma espécie de pólvora propulsora. Sabemos disso, já fomos assim. A minha geração tinha um oceano para atravessar a nado para poder colher alguma vitória. E essa geração de agora? Qual é a briga boa a se comprar? Existe um oceano para ela atravessar?


Eu ouvia fita fora de rotação para conhecer meus ídolos da música e a nova geração clica num streaming e ouve qualquer coisa em altíssima qualidade. Eu via filmes dropados e com áudio fora de fase para assistir meus ídolos e hoje tudo está disponível no youtube em alta definição em tempo real. Só vi um estúdio ao vivo quase seis anos depois de começar minha carreira com música; hoje, em cada computador tem o que os Beatles jamais tiveram para gravar. Essa geração tem a sorte de não ter o que combater, porque não somos os inimigos inacessíveis com os quais eles nunca dialogarão como foi para gente quando começamos nossa atividade com música. Qualquer pessoa de qualquer lugar do mundo fala com qualquer um dos caras da nossa geração com um único clique e correspondemos a esse contato dentro do limite do possível (e às vezes do impossível).

Sobra tempo para essa geração empreender, se dedicar e realizar. Tempo que nenhum dos caras da minha geração ou dos que vieram antes jamais tiveram para se manter em atividade com música. Hoje temos uma super população de artistas que termina sendo um crivo muito mais difícil para quem quer ter uma carreira. Temos muito mais quantidade e dessa quantidade aumentou também a qualidade de registros, áudios e perfomances mundo afora. Cada período tem suas dificuldades e vocês da nova geração têm que arrumar soluções inteligentes para vencer esses novos obstáculos.

Dedico esse texto, que pretende ser o começo dos meus relatos para um livro de 10 anos de atividade do Dosol, para todos os meus amigos advogados, promotores, médicos, fiscais da natureza, e doutores que tentaram ter alguma carreira na música e por uma contingência do destino não conseguiram. Se hoje ainda continuo aqui empreendo na música devo isso a todos eles.

Essa é a única e real história sobre a minha geração, aquela que disse não ao mercado como ele existia e criou o seu próprio (e ainda muito pequeno) espaço. O mais legal disso tudo é que descrevi resumidamente acima apenas o começo de uma longa caminhada. Podemos acumular conhecimentos e continuar a caminhada juntos. Quem se habilita?


Fonte: http://www.dosol.com.br/

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Show ELISA MAIA na Casa de Música Ivete Ibiapina

ELISA MAIA – Show na Casa de Música Ivete Ibiapina (03/07)





Do contraste que surge entre o calor e a umidade da floresta Amazônica e o caos urbano parecido com qualquer grande cidade do Brasil e do mundo é que nasce a inspiração para a sonoridade e para a “palavra” da cantora e compositora Elisa Maia. Natural da cidade de Manaus, capital do Estado do Amazonas, Elisa Maia vive e vivencia todos os aspectos contrastantes de uma metrópole cravada no meio da Floresta Amazônica.
Aos 30 anos, no auge de seu desempenho vocal e cheia de novas composições, a cantora já vive o projeto de gravação do seu 1º CD solo. O projeto está em fase de pré-produção e conta com a produção executiva do Coletivo Difusão.
São as composições próprias que serão o “carro-chefe” do show que Elisa Maia fará na Casa de Música Ivete Ibiapina, dia 03 de julho (domingo), a partir das 19h. Músicas novas como “É noite”, “Falta” e “Ser da cidade” serão apresentadas ao público pela primeira vez, com arranjo produzido pela própria cantora. Mas as já conhecidas de seu público fiel – “Me chama pra pista”, “O que é melhor”, “Para musos”, “Chuva pra o amor nascer” e “Amor, pra mim...” – completarão o repertório, já como uma amostra do que a cantora apresentará em seu primeiro álbum solo. A cantora será acompanhada por Caio Mota na guitarra, Marcos Cileno no contrabaixo, Denis Menezes no teclado e Renato Melo na bateria.
O show, que é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura, terá duração de uma hora. A entrada é franca.



RESUMO:

Show ELISA MAIA
Local: Casa de Música Ivete Ibiapína (Rua 10 de Julho, ao lado do Teatro Amazonas, Centro).
Data: 03/07 (domingo)
Hora: 19:00h
Entrada franca!!!

O som...o soul, o reggae , o dub, o samba, balanços e a fins...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


ELISA MAIA na Virada Cultural Manaus/2010.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Elisa Maia - O que é melhor

Mezatrio e Elisa Maia - Shoreline (Cover de B. Social Scene)




Essa foi a primeira vez que cantei com a banda de rock que eu mais amo na vida, a banda amazonense Mezatrio. Passei cerca de um ano e meio acompanhando o trabalho dessa banda sem conhecer ninguém, mas amando o som pelo som....... Depois de uma troca de mensagens via orkut com o vocalita da banda (Paulo Lins), rolou um convite pra que eu cantasse uma música com eles..... Então rolou essa aí: do Broken Social Scene, Shoreline....Dá pra ver que eu tava bem tímida...rsrsrsrs.....Esse show já tem uns três anos, depois disso já cantei várias outras vezes com eles, outras músicas. Sempre um grande prazer!!!

Pra quem quiser conhecer o trabalho deles aí vai: www.myspace.com/mezatrio . Lá tem as músicas do novo EP que eles acabaram de gravar.

É isso!!!